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Como melhorar o seu relacionamento

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09 julho, 2018 Por Redação

Helena Evelyn

O País

O relacionamento interpessoal é qualquer relação entre duas ou mais pessoas. Isso significa que você saberá realmente cultivar um bom convívio quando conseguir aplicar suas habilidades emocionais nos diferentes aspectos da vida, pois cada contexto influencia os outros.
Mas os vários contextos podem pedir atitudes um pouco distintas; por exemplo, lidar com um filho é diferente de lidar com um chefe. Essas diferenças, no entanto, não são um impasse, pois existem algumas habilidades “coringas” para melhorar todas as suas interações com outras pessoas.

É nesse sentido que elaboramos algumas orientações para que você consiga melhorar seus relacionamentos interpessoais como um todo. Acompanhe;

1-CUIDE DE SI
Uma pessoa não pode oferecer o que não tem. Como alguém poderia ter uma boa relação com os outros se não estiver bem consigo mesma? Não é possível.
Então, cultive algumas práticas simples, como ter sempre um tempinho para você; fazer algo que gosta, como um hobby ou algum estudo; enfim, faça algo para você. Presenteie-se, agrade-se!
Faça as pazes com a sua autoimagem e, para aprofundar ainda mais nesse “estar bem consigo mesmo”, se conheça.

2. SE CONHEÇA
O famoso aforismo grego não é apenas um clichê a ser repetido de forma vazia. O ato de se conhecer é um dos requisitos para ficar de bem consigo mesmo e com os outros.
Algumas práticas, como a meditação, grupos de apoio, ter um diário, submeter-se a um processo terapêutico ou analítico são algumas alternativas para intensificar o autoconhecimento.

3. SEJA ASSERTIVO
Uma vez que se conheça melhor, é possível ser assertivo. Mas o que é ser assertivo? Em resumo, é o oposto de ser reativo.
Uma pessoa assertiva sabe responder a uma situação de forma pontual, contextualizada e no sentido de resolvê-la. Imagine, por exemplo, que um indivíduo trabalha com atendimento ao cliente, e um consumidor chega irritado, xingando, ofendendo e gritando por causa de um ocorrido.
A atendente, então, fala em tom de voz baixo, mas firme. Não responde às ofensas. Mas foca no objetivo do seu trabalho: resolver o problema do cliente. Ela o escuta, entende o que o irrita, lhe dá razão e oferece soluções pontuais, explicando apenas os procedimentos.
Ela não tenta defender o lugar, defender a si mesma ou justificar a situação. Escuta e responde propondo as soluções possíveis, mas de forma confiante. Esse conjunto de atitudes “desarmará” a posição agressiva do cliente, e logo eles estarão em um diálogo civilizado. Isso é assertividade.
Procure compreender esses aspectos e aplicá-los a diferentes situações.

4. AJA, NÃO REAJA
A maioria das pessoas vive com base na reação, e isso dificulta a relação com os outros e a dinâmica da própria vida.
Pense, por exemplo, em um indivíduo que só cuida da sua saúde quando está doente. Essa pessoa apenas reage à doença, mas não age no sentido de cuidar de sua saúde.
Quantos aspectos da nossa vida funcionam dessa forma? Já parou para pensar?
Viver pautado na reação é muito negativo para o relacionamento interpessoal, pois é como se estivéssemos sempre em guerra com os outros, prontos para defender ou atacar.
Agir é diferente. É uma postura pensada, equilibrada e até preventiva, que considera o outro e a si mesmo com sinceridade. Mas para agir em vez de reagir, é preciso ter objetivos de vida claros.

5.TENHA OBJETIVOS CLAROS
Uma pessoa que tem clareza em seus objetivos terá melhores relacionamentos interpessoais. Por quê? Porque, sabendo o que quer, não entra em conflitos de forma impulsiva.
Quando se cultiva objetivos bem definidos, sonhos e desejos, e eles são colocados em primeiro lugar, serão esses que guiarão as ações. Dessa forma, é possível responder aos ambientes de forma diferenciada.
Diante, por exemplo, de uma ofensa pessoal, você poderá pensar na consequência que isso terá para o seu objetivo, em vez de enfrentar emocionalmente. Não reagirá como se aquela ofensa fosse, de fato, importante para você. E, caso identifique que ela não faz diferença, vai logo perceber que é mais um problema da outra pessoa do que seu.
Se é algo que pode colocar os seus objetivos em risco, agirá de acordo com isso para protegê-los, e não no calor dos acontecimentos, apenas alimentando o conflito.
Só que existe uma coisa que atrapalha essa habilidade de ter os próprios objetivos como orientadores da vida e das relações: o ego.

6.TIRE SEU EGO DA SITUAÇÃO
Um dos maiores dificultadores do relacionamento interpessoal é o conflito de egos. É comum que os indivíduos levem tudo para o lado pessoal e não reflitam sobre o que realmente está acontecendo.
As coisas não são bem por aí. Nem tudo diz respeito a quem você é, nem tudo é para te ofender — nem tudo pode te afetar de verdade.
Para ter discernimento das ações dos outros, do que eles falam e das reais consequências disso, é preciso sair da defensiva. Uma das qualidades que auxilia nesse processo é ser empático.

7.TENHA EMPATIA
A empatia é a habilidade de se colocar no lugar do outro. Há inúmeras pessoas que confundem ser empático com ser bonzinho, mas essa habilidade não se trata disso. Na realidade, a empatia é uma forma de inteligência emocional que permite que você se relacione com os outros, de fato.
Isso porque, ao se colocar no lugar do outro, você poderá compreender melhor suas atitudes e agir proporcionalmente a elas, de acordo com sua realidade e não apenas conforme os sentimentos imediatos que elas incitam.
Agora, já parou para pensar sobre qual é o alicerce da empatia? É a escuta.

8.ESCUTE SEMPRE
Só é possível se colocar no lugar do outro e ter um bom relacionamento interpessoal se souber escutar. Escutar é diferente de ouvir; é estar com os ouvidos completamente abertos e atentos ao que o outro diz, de modo a entender, também, aquilo que ele não diz ou, ainda, o que ele realmente diz.
A consequência da escuta é uma resposta mais acertada que, em muitos casos, será precedida por perguntas. Ao escutar mais, você começará a perceber que as pessoas quase sempre dizem as coisas de forma incompleta.
Essa nova postura permitirá que os outros sintam que você se interessa pelo que estão dizendo, que você se importa, e fará com que te respeitem e apreciem conversar com você.
Potenciais rivais ou pessoas “difíceis” da sua vida poderão se tornar admiradores quando perceberem que você escuta o que eles dizem.

9. NÃO SEJA PASSIVO
O bom relacionamento interpessoal não tem espaço para passividade. A pessoa passiva, na verdade, não só não cultiva bons relacionamentos com os outros, como não consegue ter um bom relacionamento consigo mesma.

Ser assertivo, flexível e empático é diferente de ser passivo. A passividade gera abusos e pode ser nutriente para conflitos graves.
Dessa forma, fique atento para agir com inteligência diante da situação, o que quase sempre significa não alimentar os conflitos, mas lidar com eles sem se exaltar e direcionando-os para uma solução.

A passividade, por outro lado, ignora o conflito existente, permitindo que ele se torne monstruoso até ao ponto em que será inevitável lidar com ele. Certamente, quanto maior o conflito, mais difícil solucioná-lo. Pense nisso.

Supervisionado e Editado por Guilherme Rocha
 

Escrito por

Redação


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